segunda-feira, 25 de julho de 2011

O LÁPIS

O lápis pode fazer grandes obras, mas para isso é preciso ser guiado por uma mão.
E essa mão sabe que em certos momentos, quando o lápis já foi bastante usado, precisa usar um apontador que, aparentemente, fere o lápis, porém o torna ainda mais afiado e preparado para continuar.
Mas às vezes o lápis escapa da mão e acaba desenhando traços errados, então a mão precisa deixá-lo de lado e corrigir os erros.
E isso dá um certo trabalho, ocupando um tempo desnecessário que atrasa o restante da obra.
Até porque todo lápis deixa grandes marcas, sejam elas boas ou ruins.
Mas, ainda assim, o criador continua usando esse lápis para desenhar lindas formas, pois o criador sabe que a maior essência do lápis está dentro dele, em sua grafite.

Nós somos como um lápis.
Podemos fazer grandes coisas, mas não devemos esquecer que existe uma Mão que nos guia. E que, muitas vezes, essa Mão irá nos moldar para que fiquemos, ainda mais, preparados para a obra.
Portanto, saibamos suportar algumas dores, porque elas nos tornarão pessoas melhores.
Também precisamos entender que a correção de algo que fizemos não é necessariamente um castigo, mas um bem necessário para que a nossa obra seja perfeita. E que muitas vezes, nesses momentos de correção, não sentiremos a Mão em nós.
Mas ainda assim a Mão estará ali, porque não desistiu de nós e, tão breve, nos colocará de volta em seu trabalho.
Afinal, mais do que ninguém, essa Mão nos conhece por dentro e sabe que carregamos o melhor: o Espírito Santo.

É com Ele que escrevemos lindas histórias!

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